Em sintonia com as ondas sonoras... espargidas elos cantos e abobada deste cenáculo em concha... retine e ecoa em tons diversos e escalas sincronizadas... em um enleio contagiante... visto seguido e ouvido por uma alma apaixonada... nos acordes passantes em teus sentimentos que figuram pela música um efeminado... no meio de um marmanjo ou homem apaixonado... que li e agradeço... nem sei se mereço...

Fugindo como louco de sexo convergente... deitei porém em teu escrito... a beleza embalada... em ritmos e sons que enleiam... minha alma... no toc do saxofone... ou numa 6ª da 8ª do violino..ou do franco baixo profundo... seja uma viola em serenata... ou o som de um serrote vibrado com arco metálico... arrancam-me os mais altos brados... e o mais silencioso sussurro...

Embebedando a alma de minha amada... lá pra aquele recanto... numa cidade satélite.. onde uma pequena apaixonada... ouvi até sons do calado... não calado do falar... mas... como sempre... enrustida... no mar... e na quina da proa enterrada... sonha como sonhadora mor clamando ao vento e a brisa... em angustiantes gritos... abafados pelas ondas e quebradas... das águas de sua fonte...

Matando a sede deste sedento......ou os sons abertos... que me enfadam... quando alguém... do outro lado da vida... cantando em lindos fados... arrebatada além do mar... vê aquele que ama e venera... mas sem o arco para tocar... dedilha no teclado do seu PC... enquanto se satisfaz... com o outro dos mesmos prados... no cume da montanha formada... beirando nossas moradas...

Ai se eu pudesse aqui declinar o seu nome... trancafiada entre quatro paredes... sente o conforto do amor que a ela destino...


Sincero... O Único