Minha alma
canta e jubila em grande alegria
Porque amada... penso que tenho... não me engano
Vivo como te abraçando... e até com euforia
Te sinto não mudaste... impossível tu és
humano.
Preso
contrito... sinto em meu colo como criança
Confiante... sereno... protegido... amado... cuidado
Não... não foi de mim, a certeza e esperança
Canto... danço meu próprio folclore e teu fado.
Em
canções e desvelo... escrevo como um artista
Nascem palavras... sentimentos... tremulam em pena
Coisas lindas... panorâmicas... românticas, nunca
vistas
Se plantam no papel... crescem e florescem... imagem plena.
Balbucio
teu nome..duas letrinhas ..lembro afagos
Risos... lagrimas... enleios... momentos antes vividos não
Sonhávamos... mas o vinho do amor em tragos
Sorvíamos em goles... profundos sentimentos trazidos.
Agora
em mente... no luzir brotando de onde?
Não sei... da fonte... da vida... do ser... do crer crescendo
Desta semente... que levanta e não se esconde
Deleito em ti... tão longe... trago-te pertinho escrevendo.
Vejo
tua face... sem mim... triste amargurada desiludida
Lendo-me... se me engano... esquece teu destino
Eu ficarei sonhando... continuo feliz... vendo-te embevecida
Sorverei tua felicidade... guardando como ouro fino.

Autor:
Sincero o Único