Sabes meu
nome? Espelho...
Vê... a cara destroçada cabelos...
Alvoroçados na embriaguez de ontem
Destruindo os valores que cantaste
Ajoelhando-te diante de um deus perverso...
Maquiavélico... tenebroso e desgraçado
Que quer romper... macular anseios lindos
Vida em flor... que frutificando abraçaras
Amanhã na beleza de teus dias... com este...
Corpo santo... não uma felicidade... vazia
Nem os charcos de lama... de perversa...
Embriaguez... vem vestir-te de vestes...
Brancas... e um puro e sagrado manto
Tornaras numa santa doçura de mãe
Alentando... sorrindo... e plena
Com gratidão e sorrisos... esperança...
Alegria... n’um domingo ensolarado
A volta de sua mesa os pimpolhos
O marido garboso e imponente...
Enquanto te avista... no centro da mesa
Em um abraço gostoso... acalorado
Cinge teu corpo... olhando os filhos...
Agradece a Deus... todo Onipotente.
Autor:
Sincero o Único
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