Não importa... tens uma mente adulterada
violentando tratado jurado solenemente
e quando vazia desprezada e despreparada
vagas no adultério... sozinha impunemente.

Sua vitima simples... em uma virgindade
se contraem... machucada ferida... acantonada
recua... foge... alheia-se buscando a felicidade
em socorro... busca o braço de uma amada.

Talvez se vá não encontre caminho de volta
tombado pelo adultério da infiel promessa
e sua vida... desfalecida inerte alma revolta
em um abismo se acabe... pelo fogo que arremessa.

Jazerá para sempre... neste túmulo de dor
um ramo brota viçoso em seu lugar
tombou fiel... na virgindade de um amor
nasceu uma flor... permaneceu o amar.

Que mal te fiz para fugires?

Autor: Sincero o Único