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Tu,
obra de criação divina... quero cantar-te
em versos... poder tocar... sentindo o calor... a maciez
de teu corpo... meus desejos... vontade e olhar travesso,
te pincele... centímetros por centímetros...
e eu envolto.
Minhas
mãos ágeis... macias carinhosas... tocando
teus cabelos... acariciando sua nuca... tirando de ti...
gemidos e arrepios... enlaçando teu corpo...
em longo beijo... eu ouça teus apelos... mui
devagar descendo... tocando teus seios... aguçando
teus brios.
Ouvindo
doces palavras... colados os corpos... dizendo que amas...
tocando meus membros... tesos e envolventes... de pouco
a pouco... tirando sua blusa... beijando teus seios...
levando-a á cama... tu vais me despindo... os
gostos sentindo... deixando-me louco.
Deitando-te
sobro o lençol... tu com olhos fechados... os
lábios colados... nossas mãos trabalhando...
em afagos abrangentes... tocando teu ventre... tirando
as calças... do sutiã suas alças...
nos vemos tragados... cruzando as pernas... voam calcinhas...
tu em gritos... pedindo que eu entre.
Nossa
cama range... devagar eu exploro... nossos corpos ardendo...
digo-te que amo... com carinho o membro entrando...
tu sentes o gozo... gemidos e ais... movimentos, abraços,
suspiros... estamos vivendo... abres teu ventre... para
que entre... agora tranqüilos...
Só
resta o repouso.

Sincero...
o Único
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