Ainda sinto
tremular nos ares...
Ondas sonoras descrevendo sentimentos
No céu na terra ou nos mares
Revivendo os anos em doces momentos.
Nos
requintes dos índios peruanos
Flauta geme... em sonidos profundos
São seres celestes não humanos
Impossíveis... que intrigam o mundo.
Entre
os vales... sinuosos das montanhas
Aconchegados... em infantil amor
Como o que tinhas sem artimanhas
Que hoje feres... eu sinto a dor.
Maculaste
teu corpo... e já não me sentes
Encaixando entre membros desconhecido
Que a ti pertence não me mentes
Pôr cíumes ou inveja tens me traído.
Agora
vejo a índia descalça e seminua
A flauta doce em luar gemendo tristonha
La quero estar para que a dor diminua
No Peru amando... sorrindo entre montanhas.