Ser um minúsculo verminho
da areia do mar...
Como mais pequeno das belezas... que nele repousa...
Pode pisar em cima... com teus pés de veludo
Para que eu tenha o aconchego...
A oportunidade de penetrando...
Viajar pelas correntes de suas veias...
E sem te molestar...
Descobrir os segredos de seu coração...
E o devaneio que calmo e irritante...
Por um amor secreto quando derramas de seu amor...
Nas ondas azuis... que quebram nas encostas...
E receber apenas uma molécula milagrosa desse
amor....
Porque a tempestade anterior... fundeou-me...
E agora... entre os charcos do fundo escuro do mar bravio...
Atordoa-me nesta solidão... atravessando multidões...
Que não me enxergam...
A saudade de alguém que nunca vi a face...
Perturba-me... nos rostos que não é o
seu rosto...
Mas simplesmente... almas que passam...
Sincero...
o Único
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