É uma tarde... domingo belo... ensolarado... lindo
Mas a tristeza me invade... porque ele esta morrendo
Mari... pare o tempo... não deixa que a luz espargindo...
Leve nossa esperança... veja no horizonte sangue vertendo.

Em avermelhados raios... misturado a luzes e cores
É o entardecer nesta agonia do dia...vem as trevas
Não sei Mari... jovens e velhos... tem os mesmos amores
Pois onde ha vida... ha sentimentos... ondas e relvas.

Gramados que espelham... esta luz... que devagar se esvai
Começa a penumbra... pensamentos diversos... iniciam as trevas
Fundamento da noite... as vezes tristezas... conscientes cai
Lágrimas no travesseiro... pensamentos... sonhos se reveza.

A maldade do mundo... pessoas sem mente e coração
Mari... ás vezes penso... medito... nem pensar quero...
Que pena... mil pensamentos... sonhos em turbilhão
Mari... o poeta chora... no mundo falta... mais sinceros.

Sincero... o Único