Sou um navegante errante
Navego ao sopro do vento
Meu guia, meu sentimento
Velejo perdida no tempo.

Sou um navegante errante
Sou o nó do marinheiro
No leme, sou um timoneiro
Perdida num nevoeiro.

Sou um navegante errante
Na correnteza da ilusão
Meu porto, é a solidão
Onde ancoro o meu coração.

Sou um navegante errante
D’um barco de casco trincado
Tão frágil e debilitado
Um futuro naufragado.

Sou um navegante errante
Do vento e da tempestade
Prisioneira, sem liberdade
Navego no mar da saudade.

Sou um navegante errante
Errante sou, com tristeza
Refletem nas águas do mar
Meus erros, e minha fraqueza.


Autora: Pequenina
23/11/06
E-mail do Autor


Enviar